Quando me convidaram para este blog, pensei que o blog ia pagar impostos...
(ler com pronúncia alentejana):
Mas afinal neste blog nã há tacha...
:-)
Blog sem impostos
domingo, 24 de fevereiro de 2008 | Publicada por Miguel Araújo à(s) 17:12 1 comentários
Etiquetas: kaixismos
Não é fácil deixar de fumar!
Isto foi o que senti há um mês quando deixei de Fumar:
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008 | Publicada por paula à(s) 21:19 1 comentários
Sem net em casa

Há cinco dias que esta Carpe Diem está sem net em casa...segue uma imagem ilustrativa do seu estado...
Publicada por Carpe Diem à(s) 11:42 0 comentários
Etiquetas: Pensamentos horacianos
Digital Natives
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 23:19 0 comentários
Etiquetas: Pensamentos horacianos
Jogos e jogatinas

Num fim-de-semana chuvoso, como este (diga-se ilha da Madeira), aqui vai uma nova forma de se jogar à sueca...sueca moderna;)
domingo, 17 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 15:11 0 comentários
Etiquetas: Sugestões ou interrogações
Criatividade & História da Arte
Um amigo "sussurou-me" , pela internet, uma nova forma de conhecer a História da Arte...fantástica maneira...
Art History by *JohnSu on deviantART
sábado, 16 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 22:54 0 comentários
Etiquetas: Sugestões ou interrogações
Dançando sobre Cordas
Descrição:
"Dois instrumentos paradigmáticos da música indiana e europeia encontram-se, o sitar e o violoncelo, num diálogo animado sobre o que têm dito. A ouvi-los está alguém que procura seguir a conversa entre os dois instrumentos tentando intervir no diálogo para acrescentar uma outra fala ao som, a melodia da dança, da voz, da arte. Assim cria-se uma dança sobre cordas que vai se sustendo irresoluta e mutável e que viaja sobre os seus fios entre os continentes."
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=307436775
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008 | Publicada por paula à(s) 23:30 1 comentários
Efeito box multicultural
Aqui está um apanhado de línguas com o termo "box", "kaixas", "caixas"... :P
Alemão: Box
Árabe: صندوق
Chinês: 盒
Coreano: 상자
Espanha: Caja
Francês: Case
Italiano: Casella
Japonês: ボックス
Russo: квадрат
Norueguês: eske
Holandês: De doos
Carpe Diem: amizade ;)
Publicada por Carpe Diem à(s) 22:55 1 comentários
Sugestão Musical
Aqui vai uma sugestão para este fim-de-semana...
Novíssimo album dos Donna Maria....
Deixo-vos com "Há amores assim"...
Publicada por Carpe Diem à(s) 22:38 1 comentários
Etiquetas: Sugestões ou interrogações
O que me escapa
De um amigo que cá não está:
O que me escapa: toda a manhã, os olhos verticalmente vivos procurando a luz, definições de criatividade. O teu corpo está em qualquer canto deste quarto, és tu que persigo nas ruas e penso que são os dias, voltarás a estas mãos, estou certo.
Não sei, mas chegares por este tempo fora, esta alameda com o comprimento duma semana, seria tudo, seria a possibilidade simples de nos vermos como só nós nos vemos.
Victor Hugo Fernandes
Publicada por paula à(s) 21:55 1 comentários
O elogio do amor
Num dia em que todos, de forma tenebrosa (calma, ponto de vista meu), anda de ursinhos e flores (adoro ursos e adoro flores, não gosto da hipocrosia da aparência), decidi relembrar um texto que menciona muitas verdades...
Miguel Sousa Tavares esteve bem neste elogio (fazendo um aparte, no que diz respeito à Madeira não), elogiar o verdadeiro amor e não a hipocrosia do dito apaixonado social...
Deixo-vos com o elogio do amor...
"Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também"..
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 20:55 0 comentários
Etiquetas: Pensamentos horacianos
Noção interessante de amar
Amanhã é dia de S. Valentim, e confesso, não gosto do dia...
No entanto, o conceito de amor e amar é uma questão comum, seja nas conversas de café, na pintura, nos nossos mais secretos pensamentos, na literatura ou mesmo no cinema...
Aqui vai mais umas reflexões, desta feita fruto do cinema...Amor e desastres, uma comédia romântica normal, mas que aborda algumas questões pertinentes
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 20:41 0 comentários
Etiquetas: Sugestões ou interrogações
Soneto do amigo
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 19:47 0 comentários
Etiquetas: Pensamentos horacianos
Efeito box...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008 | Publicada por Carpe Diem à(s) 23:57 0 comentários
Etiquetas: Pensamentos horacianos

