De um amigo que cá não está:
O que me escapa: toda a manhã, os olhos verticalmente vivos procurando a luz, definições de criatividade. O teu corpo está em qualquer canto deste quarto, és tu que persigo nas ruas e penso que são os dias, voltarás a estas mãos, estou certo.
Não sei, mas chegares por este tempo fora, esta alameda com o comprimento duma semana, seria tudo, seria a possibilidade simples de nos vermos como só nós nos vemos.
Victor Hugo Fernandes
O que me escapa
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008 | Publicada por paula à(s) 21:55
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1 comentários:
todos os dias nos escapa algo, mas percepcionamos tanto... Temos de pegar naquilo que temos e criar a imensidão da nossa felicidade...
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